ma-y-ra nagata. 1986, paulistana, durmo e tomo banho em santo andré, ando, como, respiro, trabalho, canso, rio, choro e me acidento em são paulo.
faço desenho industrial no mackenzie (6º semestre - já), com especialização em projeto do produto e paixão por programação visual também.
trabalho com tecnologia da informação porque caí de pára-quedas, muito mais por obrigação do que por prazer.
escrevo às vezes por achar que tenho alguma coisa que vai me interessar depois ou pelo simples fato de não ter nada melhor pra fazer.

o nome do blog veio de uma idéia absolutamente aleatória da minha cabeça, assim como tudo que escrevo e falo e penso e vivo.

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i power blogger, dreamweaver (sim, dreamweaver), photoshop cs2, adobe illustrator cs e moi.

 

Friday, June 15, 2007

aceitação

o maior problema intra-pessoal de todo mundo é a aceitação.

não, não estou sendo hipócrita. eu tenho sérios problemas de aceitação, também. não estou aqui pra dar lição de moral nem tentar mudar ninguém, mas que isso não machucaria, é verdade.

o problema é que quando você não aceita uma característica da pessoa, você já tem grandes chances de fazer disso um preconceito. na maioria das vezes - e esse é o maior problema - ninguém enxerga que é simplesmente o jeito dela ser. que é intrínseco, e que, por mais que você não entenda, imutável.

a graça em todos é que somos diferentes. a brincadeira é procurar por alguém que seja tão igual no meio dessa bagunça toda. mas ninguém é. e a graça volta a reinar.

só que isso tudo se torna sem graça a partir do momento em que você não compreende e não consegue aceitar toda a origem do negócio.

não é só de boas intenções, ou até mesmo de boas ações que vive o mundo. seria muito mais fácil viver num lugar harmonioso do que num lugar bem-intencionado. e, não, isso não é um paradoxo. as boas intenções podem promover a harmmonia, mas não são soluções para seus resultados.

o que eu proponho é você parar pra pensar na sua avaliação das coisas antes de querer fazer uma outra. porque você não pode deve querer mudar nada em nada nem ninguém. é só uma questão de aceitação. se não conseguir, adapte-se. mas não culpe as diferenças.

se não fosse assim, a campanha da coca-cola não seria tão genial. mas aí sou eu que acho. se você não, aceite. ou adapte-se.
14:51